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atualizado em 23 de julho de 2012                       quem somos | contato | newsletter       

   
 
Camatte57s


A Toyota cria um carro conceito para pais e filhos. O modelo será apresentado num salão de brinquedos em Tóquio, esta semana

Picape da Mercedes


A Mercedes-Benz projeta uma picape média, olhando para o mercado brasileiro. O novo veículo será feito na Argentina, como a Amarok

Gol Rallye e Track


A linha Gol ganha nova versão, o Track, que chega junto com a edição renovada do tradicional Rallye
 
Tecnologia: vem aí o carro autolimpante

foto de arquivo

No futuro, lavar carro será apenas por diversão
Manter o carro sempre limpo custa dinheiro ou, se o próprio dono o lavar, toma tempo. Mas uma nova tecnologia promete ajudar a manter os automóveis sempre brillhando: pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda, desenvolveram uma película que não apenas repele a sujeira como é capaz de reparar sozinha pequenos arranhões na pintura.

A pesquisadora Catarina Esteves, do departamento de Engenharia Química da Universidade de Eindhoven afirma ter encontrado uma fórmula de aditivo para pintura automotiva que utiliza produtos químicos com propriedades especiais. Caso a camada externa da pintura seja arranhada, “moléculas-tronco” presentes abaixo se reorientam para ocupar o espaço liberado.

Segundo os pesquisadores, isso permite a criação de revestimentos com alta resistência à água. Como a água não adere a esse tipo de pintura, formando gotas que caem por ação da gravidade, ela arrasta a poeira presente na superfície e basta uma “chuveirada” para que o carro seja limpo, sem necessidade de sabão ou de esfregar.

Além de ser usada em automóveis, a tecnologia pode ser empregada no revestimento de telas touchscreen de telefones e tablets, painéis solares, óculos e lentes de contato. A autolimpeza é especialmente atraente para a aviação: jatos comerciais de grande porte gastam mais combustível quando estão sujos e exigem muito tempo no solo para passarem por uma lavagem.

Carros autolimpantes não chegarão ao mercado por algum tempo, já que há alguns toques a dar na tecnologia para torná-la prática e reduzir os custos de aplicação. De acordo com os cientistas envolvidos na pesquisa, isso deve exigir entre seis e oito anos de trabalho.


Jorge Meditsch


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