O salário do presidente da General Motors, Fritz Henderson, foi reduzido em 25%. A medida foi tomada pelo governo americano e faz parte do pacote federal que salvou sete grandes corporações da falência devido à crise financeira.
Além de Henderson, que passará a receber anualmente cerca de US$ 950 mil (o equivalente a R$ 142.500,00 por mês), mais de 150 executivos das empresas que receberam auxílio também tiveram seus proventos diminuídos. Além da GM, os cortes afetaram a Chrysler, o Citigroup, AIG, Bank of America, GMAC e Chrysler Financial.
Ações - A redução não deve afetar outros ganhos do chefe da GM que, segundo a imprensa americana, deve receber também cerca de US$ 4,2 milhões (R$ 7,5 milhões) em ações da companhia – um valor que pode flutuar de acordo com a cotação dos papéis no mercado.
Outros altos executivos da GM também terão os salários reduzidos em 31% em média, além de perderem aproximadamente 20% das bonificações acionárias a que tinham direito anteriormente.
O Departamento do Tesouro teria também mandado suspender os pagamentos de um alto executivo da Chrysler que vai sair da empresa no final do ano e que receberia em torno de US$ 2,6 milhões (R$ 4,6 milhões) anuais. O novo dirigente da Chrysler, o italiano Sergio Marchione, não receberá salário da empresa. Ele vai ser remunerado pela Fiat, que detém 20% do controle do grupo americano.
JM
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